O museu é pensado como microcosmo de experiências mobilizadoras que promovem novos modelos de convívio ao público, a partir de uma programação diversa e abrangente, sempre conectada com o território. A arte e a cultura se tornam uma ferramenta de ligação entre as pessoas, a história da região e a produção contemporânea no mundo.
Visitas Agendadas
O Museu Vassouras é um espaço cultural vivo e multidisciplinar de arte, cultura e educação, comprometido com a valorização do patrimônio do Vale do Café e com o fortalecimento de vínculos entre pessoas, territórios e conhecimento. Por meio de exposições, pesquisas e práticas criativas, conectamos linguagens artísticas contemporâneas, promovendo o diálogo entre diferentes culturas e perspectivas. Nossa missão é aproximar pessoas e histórias e fortalecer o sentimento de pertencimento à região. Acreditamos que um museu se faz com e para as pessoas — em uma jornada compartilhada que torna o patrimônio cultural mais acessível.
Aberto ao público
quinta a domingo, de 10h às 18h
Visitas mediadas espontâneas
quinta a domingo, de 11h e às 16h
Visitas escolares
todas às quartas, de 10h às 18h
Programas públicos noites estendidas
primeira e última sexta-feira, de 13h às 21h
Programação cultural especial
primeiro e último sábado do mês
Oficinas e atividades para família
domingo das, 10h às 12h
Nome: Vozes do Vale
Período: 26 de setembro a 4 de abril
Uma exposição que nasce da escuta das memórias, dos saberes, das identidades e das histórias de quem vive e constrói o Vale do Paraíba no dia a dia, por meio da pesquisa desenvolvida por Catarina Duncan e Lourenço Parente em 2020 e 2021.
A partir de uma ampla pesquisa com moradores da região, a mostra se organiza nos eixos Terra, Movimento e Identidades, reunindo sons, relatos, uma sala imersiva e obras dos artistas Luiz Zerbini, Minerva Cuevas e Rose Afefé.

Nome: Sertões: Diálogos da 36° Bienal de São Paulo
Período: 26 de setembro a 4 de abril
Em parceria com o Instituto Sertão Negro e a Fundação Bienal de São Paulo, a mostra traz para o Vale do Café uma experiência que conecta a arte contemporânea, a arquitetura em pau a pique e as tradições das comunidades quilombolas Kalunga (GO) e São José da Serra (RJ).
A exposição apresenta o vídeo ‘Óta Layó’, de Dalton Paula, obra comissionada pelo Instituto Inhotim, que será exibida pela primeira vez fora da instituição.
Concebida como um caderno de artista expandido, a instalação reúne trabalhos, processos de criação, objetos, fotografias e registros sonoros.

Nome: Chegança
Período: 6 de dezembro de 2025 a 2 de agosto de 2026
Curadoria: Marcelo Campos

A população se organiza em cortejos, grupos, coletivos para reverenciar a Festa de Reis. Em cada ponto em que se chega, pede-se licença, louva-se o divino, enchendo o ambiente de cantos e rezas. Aprendemos que chegar a um lugar deve ser não só celebrá-lo, mas também imantá-lo de licenças variadas.
Em Chegança, louvamos o início dos ritos, a casa, as pessoas, os encontros. Assim fazemos na chula das folias, nas rodas de rimas, no partido-alto das esquinas. Nesses momentos, quando vestimos nossa identidade e alegorias dos lugares aos quais pertencemos — e sobre os quais exercemos e bradamos poder, tradição e ruptura —, tudo ganha força e sentido.
Esta exposição inaugura o Museu Vassouras e procura evidenciar a relação da arte com a região do Vale. Com isso, ouvir histórias, perceber a importância de protagonistas que vivenciam o tempo encetando o porvir. Aqui está a paisagem de antes, bem como os fluxos contínuos do rio e da estrada de ferro, as aparições, a vida falada, cantada, orada por quem aqui está e pelos que já se foram; por quem projetou a região na história da música, das artes.
Chegança quer encontrar o público e convidá-lo a dançar, a cantar, a refletir sobre os modos como construiremos nossas alianças.
Marcelo Campos
Ficha Técnica
Assistência de Curadoria
Thayná Trindade
Projeto Expográfico
Gisele de Paula Arquitetura & Cenografia
Colaboradores
Alexandra Souza, lolaos Coelho, Anna Carolina Madureira
Identidade Visual
Biabum
Colaboradores
Beatriz Tati Nóbrega, Stella Nardelli, Gabriela Prestes, Carolina Incerti, Laura Pletsch, Amanda Franco e Mariana Nemer
Projeto Luminotécnico
LD Studio | Monica Lobo, Daniele Valle, Caio Firmino e Julia Campos
Paisagem sonora
Alê Siqueira
Pesquisa
N30 Pesquisa | Nataraj Trinta
Produção de Montagem
Adah Lisboa
Apoio de Produção
Julia Rebello, Marcele Vargas
Museologia
Alice Tischer, Emanuelle Rosa, Hudson Diniz, Leandro Pontes, Luciana Souza, Mariane Tomi Sato, Ramon Oliveira, Valéria Sellanes
Montagem
KBedim Montagem e Produção Cultural
Cenotécnica
Afonso Barros Juliani | Fazenda São Fernando
Impressões Fotográficas
Thiago Barros
Molduras
Enquandre, Moldurax Molduras e Capricho Molduras
Instalações Audiovisuais
Linha D Montagens | Iramá Gomes
Instalação Luminotécnica
Belight
Sinalização
ProfiSinal
Revisão e Tradução de Textos
Rosalina Gouveia | Revisão
Sara Ramos | Tradução
Agradecimentos
Ana Helena Curti, A Gentil Carioca, Acervo da Fundação Biblioteca Nacional, Acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo, Adriana Varejão, Agrade Camiz, Almeida & Dale, Ana Olivia e Ira Liran, Anderson Coelho, Arquivo O Globo, Athena Galeria, Bernardo Paz, Christal Galeria de Artes, Coleção Arquivo Nacional, Coleção Museu de Arte do Rio – MAR, DJ Papagaio, Esther Paranha, Felippe-Mendes, Fortes D’Aloia & Gabriel, Galeria Estação, Galeria Mitre, Galeria Vermelho, Fundação Biblioteca Nacional, Inhotim, Instituto Moreira Salles, Instituto Paz, Instituto São Fernando, José Olympio, Júlio Diniz, Lucas Niamey, Luana Maria Roy, Luiza Martelotte, Marcelo Veloso, Max Perlingeiro, MCuri, Mendes Wood DM, Museu da Imagem e do Som, Museu D. João VI – UFRJ, Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, Museu de Arte do Rio, Rafael Moraes, Sérgio e Hecilda Fadel, Walter Firmo.